domingo, 1 de fevereiro de 2015

O dia hoje é dela; parabéns Irene Crateús vida longa e felicidade!



Quem está dando mais uma volta ao redor do sol hoje (1º) é a professor, amiga e conterrânea Irene Crateús. A ela O Portal Leste Maranhense, deseja muitas felicidades.
Irene Crateús, é filha de Dona Bidoca, a Matriarca dos Crateús, moradora no Povoado Volta. A Volta é bem pertinho do meu inesquecível Cafundó. 

Parabéns Irene Crateús, ainda reconheço a atenção dispensa em que você me dava quando eu estudada na Escola Municipal José Barreto de Araújo, e você era a Diretora.
   

Plenário elege integrantes da nova Mesa Diretora da Assembleia Legislativa

Com votação aberta e nominal, os deputados estaduais elegeram, na manhã deste domingo (1º), a nova Mesa Diretora da Assembleia Legislativa para o biênio 2015-2016. Todos os 42 deputados participaram da votação no Plenário Nagib Haickel e o deputado Humberto Coutinho (PDT) foi eleito presidente, com um total de 40 votos.


A deputada Andrea Murad (PMDB) também disputou a presidência da Assembleia, de forma individual, sem registro de chapa. Ela obteve dois votos. Após a disputa pela presidência, se deu a eleição para os demais cargos da Mesa Diretora. A “Chapa União e Trabalho” foi a vencedora.

Mediante acordo de lideranças, foram eleitos para compor a nova Mesa Diretora os deputados: Othelino Neto (PCdoB) como primeiro vice-presidente; Glalbert Cutrim (PRB) como segundo vice-presidente; Valéria Macedo (PDT) como terceira vice-presidente; Graça Paz (PSL) como quarta vice-presidente; Edilázio Júnior (PV) como primeiro secretário; Carlinhos Florêncio (PHS) como segundo secretário;, César Pires (DEM) como terceiro secretário; e Francisca Primo (PT) como quarta secretária.

AGRADECIMENTOS

Após a proclamação do resultado da eleição, o presidente Humberto Coutinho manifestou agradecimentos a todos os deputados, frisando que houve intenso processo de diálogo e entendimento para a construção do consenso que permitiu a eleição de uma chapa única, com maioria.

“Esta eleição amplia o grau da nossa responsabilidade junto aos meus pares que compõem esta chapa. Quero aqui, nesta hora, manifestar o meu compromisso de fazer uma gestão dirigida para o Poder Legislativo e para a sociedade maranhense. Creio que, com o apoio de todas as forças desta nossa Assembleia, muito faremos”, ressaltou Humberto Coutinho.

Ao proferir discurso de agradecimento, ele se emocionou ao lembrar a luta que, recentemente, travou contra um câncer, obtendo cura com auxílio de médicos e das orações de diversas pessoas.

“Não consigo esquecer estas dezenas e dezenas de pessoas orando por mim. No dia em que o Dr. Roberto Kalil me deu alta, ele me disse estas palavras: ‘Eu lhe tratei, mas Deus lhe salvou’. Estou eternamente grato por essas rezas, essas orações e encerro minhas palavras mais uma vez me dirigido aos senhores e senhoras deputadas. Estou hoje emocionado, hoje é um sonho meu que vocês conseguiram realizar”, ressaltou Humberto Coutinho.

Ao encerrar seu pronunciamento, ele prometeu, que no exercício da presidência da Assembleia, retribuirá  tudo com muito trabalho e muita dedicação. “O que eu quero é valorizar esta Casa ao tratar todos vocês com dignidade. Antes de encerrar a sessão, eu quero saudar o deputado Rigo Teles que tão bem presidiu as duas sessões preparatórias deste dia tão especial para todos nós”, enfatizou o novo presidente da Assembleia Legislativa.
Agencia Assembleia. 

CRÔNICA DO DOMINGO: DO PITORESCO AO PSICODÉLICO DE DUQUE BACELAR



Por Lázaro Albuquerque Matos


Sem eu me esquecer dos meus amigos de infância da Beira do Rio, Manoel do Jaime, Antônio do Joaquim Olímpio e Alberto do Aurélio, o meu saudoso primo Zé Neto me aproximou dos amigos dele: Jorjão Oliveira, Lisboa, Brito Filho, Josimar Brito, entre outros.
Jorjão, Filho do Sr. José Ribamar Oliveira, estudava em Fortaleza. O Zé Neto e os outros estudavam em Teresina. A Jovem Guarda explodia no Brasil inteiro. Nas férias em Duque Bacelar, o movimento da Jovem Guarda tomava conta da cidade. O prefeito Pedro Oliveira, de espírito jovem, dava cobertura e muito apoio para que o movimento dos jovens cantores movimentasse Duque Bacelar. Rosângela Oliveira e Fátima Brito – lindas por inteiro – eram as musas das férias e da Jovem Guarda.
No dia de sua posse, o prefeito Pedro Oliveira já mostrou que admirava a música jovem: nesse dia eu vi o primeiro conjunto musical tocando em Duque Bacelar. Era um bando de jovens cabeludos tocando guitarras e cantando as músicas da Jovem Guarda. Bem diferentes dos sanfoneiros Damásio e do Zeca Maia, até então, os tocadores nas festas de nossa cidade. A festa da posse foi realizada onde é hoje a Secretaria de Assistência Social. Não entrei na festa. Eu já tinha 15 anos, mas não tinha terno. Fiquei de fora, só olhando.
Por conta da disposição jovem do Sr. Pedro Oliveira, foi criado o intercâmbio cultural entre Duque Bacelar e suas vizinhas Miguel Alves, Buriti e Coelho Neto. Quando havia festas em Duque Bacelar, iam convites para essas cidades. A mesma coisa elas faziam nas suas festas: mandavam convites para Duque Bacelar. O espírito festeiro de Duque Bacelar não deixava a cidade por muito tem sem festas. O conjunto Sambrasa encurtou o caminho entre Teresina e Duque Bacelar para nos brindar com sua bela interpretação das músicas dos cantores da Jovem Guarda – e com a dele: “Meu Boi Morreu”.
Para puxar o intercâmbio de Duque Bacelar com suas cidades vizinhas, o Jorjão Oliveira estava sempre à frente dos acontecimentos. Por ser filho do Sr. Ribamar Oliveira, ele era bem relacionado na alta sociedade dessas cidades. Em Miguel Alves, por exemplo, o Jorjão era amigo de dois jovens da família Torres, o Átila e o Stênio. Quando íamos com o Jorjão para as festas de Miguel Alves nada nos faltava lá. As festas eram realizadas no prédio da Prefeitura. Conheci a atual prefeita de Miguel Alves justamente na Prefeitura, não como prefeita, ainda, mas como uma jovem bem animada, dançando nessas festas.
Em um dezembro de férias, e de muitos estudantes em Duque Bacelar, Jorjão, com seu ar jovenguardista de moço bom, convida a turma toda para uma “Tertúlia de Arromba” na casa do pai dele, o Sr. Ribamar Oliveira. Ele queria mostrar os últimos lançamentos dos discos dos cantores da Jovem Guarda que ele trouxe de Fortaleza. Lá estavam Roberto Carlos com o disco “Em Ritmo de Aventura”, Erasmo Carlos, com sua “Festa de Arromba”, Jerry Adriani, Renato e Seus Blue Caps, Golden Boys, Wanderléa, Os Incríveis, Eduardo Araújo e Wanderley Cardoso, todos com músicas novas.
Casa cheia, juventude em peso. Eu, lá, claro. Moças e rapazes à la Jovem Guarda. Calças bocas de sino e minissaias predominavam no salão, com uma radiola de alta fidelidade dando conta do som. Bebida à beça. Duas geladeiras entupidas de cerveja. A radiola era toda automática, e pegava 10 discos, que iam caindo na agulha à medida que iam terminando as músicas. As geladeiras eram movidas a querosene – as elétricas ainda não existiam em Duque Bacelar, pois a energia só ia das 18 às 23 horas.
No embalo de Renato e Seus Blue Caps, com a música “Ana” encerrando o disco deles, faz-se uma pequena pausa enquanto cai o próximo disco na agulha da radiola. Aí vem Erasmo Carlos com a “Festa de Arromba”. Foi um frenesi total, com pernas pra cá; braços pra lá; cinturas requebrando e minissais rodando: todos dançando. Era uma alegria só. Houve uma correria às geladeiras em busca de cerveja. Percebeu-se, com isso, que uma delas não estava funcionando. Mexe aqui, mexe ali, todo mundo querendo “endireitar” a geladeira o mais rápido possível para que a festa não parasse. Nada resolvido: o querosene da geladeira havia acabado. Tanque seco, fogo apagado.
O Joaquim Torres, que também estava na festa, e trabalhava na loja do Sr. Ribamar Oliveira, arranjou uma lata de querosene. De tanque cheio, a geladeira precisava de ar, muito ar, antes de se acender o pavio. O ar era injetado por uma bomba. O Joaquim Tores mesmo fez isso. Na hora de acender o pavio, o tanque explode na cara dele, com o querosene virando chamas no salão da festa e no corpo de Joaquim. Um horror, com gritos de desespero. Lembra-me hoje a boate KISS, em Santa Maria, no Rio Grande Sul. Mas além do Joaquim Torres, ninguém se feriu ou se queimou. Com o acontecido, a radiola ficou tocando sozinha no salão e já estava com o próximo disco rodando na agulha quando a calma voltou a reinar. Era o disco da Wanderléa, com uma música dizendo assim: “Esta é o prova de fogo/Você vai dizer se gosta de mim”... Dizem que uma jovem que estava na festa, aproveitou a música da Wanderléa para oferecê-la ao Jorjão.
A festa acabou e o Joaquim Torres foi levado às pressas para Miguel Alves e de lá para Teresina em busca de socorro médico. Graças a Deus, o nosso amigo Joaquim foi salvo e está ali em Coelho Neto, com a cabeça branquinha, para nunca mais pensar em bombear ar em tanque de geladeira.

sábado, 31 de janeiro de 2015

Soliney, “enchendo a cara” em Teresina.



Soliney Silva, outra figura conhecidíssima que esbanjou dinheiro público na era da Oligarquia Sarney (e muito pouco fez pelo o município de Coelho Neto) foi visto ontem em Teresina, numa tristeza só, enchendo a cara e se aquecendo para o Tradicional Zé Pereira, em Timon.


Como fica a situação do homem com a sua badalada doença bebendo assim?
 
Como um dos filhotes da Oligarquia Sarney, Soliney Silva PRTB, tem choramingado em sua TV local, botando culpa no novo Governo por toda as suas desventuras advindas de seu famigerado governo, com um dos maiores cenários da região de obras inacabadas.
 
Como se não bastasse as estripulias do menino travesso chamado Soliney contra o então candidato a governador Flávio Dino, durante toda a campanha a favor de Edinho Lobão, em Coelho Neto e em toda região onde ele era coordenador, o mandatário coelhonetense agora orientou a todos os seus secretários e assessores a sair dizendo que tudo que está dando de errado em seu governo, é culpa de Flávio Dino. Pra quê tanta maldade né?
 
A estratégia do prefeito coelho-netense, que está queimado com a população muito mais do que pau de torrar café, é tentar transferir a sua rejeição para o governador Flávio Dino, mas isso nunca vai acontecer. A população de Coelho Neto, já conhece muito bem o prefeito Soliney e sobretudo está acreditando com fé e esperança no novo governador. Não serão as conhecidíssimas trapalhadas de Soliney que vai fazer o povo coelhonetense desacreditar de Flávio Dino.
 
O ato injusto do prefeito de Coelho Neto contra o novo Governador só tem aumentado a rejeição com a população e provocado a ira do grupo político do Governador que subiu morro e desceu nas ruas de Coelho Neto pregando a verdadeira mudança que de fato e de direito está acontecendo. O Prefeito já deve está tramando outras estratégias porque sente que está aí não dará certo.
 
Colecionando sucessivas derrotas, o momento é propício para o prefeito afogar suas magoas ouvindo o cantor maranhense Amado Edilson, que canta, canta, e de vez enquando diz; “pode beber”!