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Mensagem da Semana

E, eis que cedo venho, e o meu galardão está comigo, para dar a cada um segundo a sua obra. Apocalipse 22:12

domingo, 4 de janeiro de 2026

Gasolina e diesel sobem no Maranhão com novo ICMS para 2026



O aumento do ICMS sobre gasolina, diesel e gás de cozinha passou a valer em todo o país a partir da última quinta-feira (1º) e já começou a impactar os preços dos combustíveis no Maranhão. O reajuste foi aprovado em setembro do ano passado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que reúne representantes dos estados e do governo federal.

Com a mudança, os valores do imposto estadual por produto no Brasil ficaram definidos da seguinte forma:

Gasolina: aumento de R$ 0,10 por litro, passando para R$ 1,57;
Diesel: aumento de R$ 0,05 por litro, chegando a R$ 1,17;
Gás de cozinha: reajuste de R$ 1,05 por botijão.

Preços no Maranhão

De acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), referentes à semana de 21 a 27 de dezembro de 2025, os preços médios no Maranhão eram:

Gasolina comum: R$ 5,90 por litro;
Óleo diesel: R$ 6,17 por litro.

Com o novo patamar do ICMS, a expectativa do setor é de repasse gradual do aumento ao consumidor final, o que pode pressionar ainda mais o custo do transporte e da logística no estado.

Segundo reajuste consecutivo

Este é o segundo ano seguido de aumento do ICMS sobre combustíveis no Brasil. Em fevereiro de 2025, os estados já haviam promovido outro reajuste. Segundo o Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), a atualização levou em conta os preços médios mensais dos combustíveis, calculados pela ANP, comparando os períodos de fevereiro a agosto de 2025 com o mesmo intervalo de 2024.

Por serem considerados preços-chave da economia, os combustíveis exercem influência direta sobre diversos setores. A elevação de impostos tende a se espalhar por toda a cadeia produtiva, afetando desde o transporte público até o valor final de alimentos e serviços. 

(Imirante)

Aposentadoria fica mais difícil em 2026: idade e pontuação sobem com novas regras



Quem está perto de se aposentar precisa redobrar a atenção em 2026. As regras de transição da reforma da Previdência, em vigor desde 2019, passaram por novos ajustes automáticos neste ano, elevando a idade mínima e a pontuação exigida para concessão dos benefícios.

Na aposentadoria por tempo de contribuição, a regra de pontos — que soma idade e tempo de contribuição — passou a exigir 93 pontos para mulheres e 103 para homens. No serviço público, além da pontuação, seguem válidas exigências adicionais de idade mínima, tempo de contribuição, tempo no serviço público e no cargo.

Outra regra de transição elevou a idade mínima para quem tem longo tempo de contribuição: 59 anos e meio para mulheres e 64 anos e meio para homens, mantendo o tempo mínimo de contribuição em 30 anos para mulheres e 35 para homens. A idade sobe seis meses por ano até atingir o limite definitivo em 2031.

Para os professores, a idade mínima também aumentou em 2026. Mulheres podem se aposentar a partir dos 54 anos e meio e homens aos 59 anos e meio, desde que cumpram o tempo mínimo de contribuição no magistério.

Já a aposentadoria por idade permanece sem alterações neste ano. A idade mínima segue em 65 anos para homens e 62 anos para mulheres, com exigência de 15 anos de contribuição para ambos.

O INSS recomenda que os segurados utilizem a ferramenta de simulação disponível no site e no aplicativo Meu INSS para verificar as regras aplicáveis e o tempo restante para a aposentadoria.



Lula condena ataque dos EUA à Venezuela e cobra resposta da ONU


Presidente disse que ação violou direito internacional e soberania

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se pronunciou na manhã deste sábado sobre os ataques dos Estados Unidos à Venezuela e a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. Lula condenou a ação militar e cobrou uma resposta vigorosa da Organização das Nações Unidas (ONU).

"Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional. Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo", disse Lula, por meio das redes sociais.

"A condenação ao uso da força é consistente com a posição que o Brasil sempre tem adotado em situações recentes em outros países e regiões. A ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz. A comunidade internacional, por meio da Organização das Nações Unidas, precisa responder de forma vigorosa a esse episódio. O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover a via do diálogo e da cooperação." As informações são da Agência Brasil.