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quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

“Os trabalhadores não podem ficar passando fome enquanto os políticos ficam discutindo com os empresários”: Diz Gastão Vieira ao garantir que buscará alternativas de amparo aos funcionários do Grupo João Santos

Gastão Vieira garante possibilidades na buscar  de alternativas para 
funcionários demitidos do Grupo João Santos
O ex-ministro Gastão Vieira recebeu, em seu escritório, logo no início desta semana, a visita de cortesia do amigo e aliado político Wando Galvão. Com interesse de inteirar-se sobre o assunto. O encontro foi solicitado por Gastão após ter conhecimento da situação de calamidade vivida pelos trabalhadores do Grupo João Santos. Momento em que se propôs a ajudar os funcionários e suas respectivas famílias na busca de algum tipo de amparo social as famílias...

Veja o vídeo abaixo:

Acompanhe na integra o texto:
"Em primeiro Lugar quero cumprimentar e quero agradecer a população de Coelho Neto, pelos votos, as pessoas costumam dizer que voto só comprado, no meu caso em Coelho Neto, tenho uma relação de confiança e amizades. Fiquei muito feliz com os votos e muito honrado com os quase sessenta mil (60 mil) votos que eu recebi nesta eleição...

Mas respondendo sua pergunta:

Eu quero dizer que eu sempre me interessei por esta questão da fábrica de Coelho Neto. Já tentamos encaminhar para alguns empresários que tinham interesses de aplicar um outro tipo de produção... Mas chegou a mim a informação de Grupo João Santos não tinha interesse em vender e nem se associar, e que não tinham interesses em mexer com o negócio algum com nenhum outro grupo. Isso me desanimou, mas já que os trabalhadores estão em uma situação de fragilidade, estamos falando de 2010 e 2011, eu pelo menos vou dar a cidade a oportunidade para que os filhos desses trabalhadores possam ter uma profissão e possam ter a oportunidade e possam ter um futuro melhor... que é a história do IFIMA.

Hoje a crise e praticamente o abandono dos 400 trabalhadores que estão relegados de novo com o fechamento da fábrica nós não podemos interferir na relação de empresa, isto é uma questão pessoal e empresarial e eles é quem tem que resolver... Mas podemos criar sim uma rede de proteção social para esses trabalhadores...

Eles já receberam o seguro desemprego, mas poderíamos renovar esse seguro, mas precisa-se ter uma posição da empresa, vai fechar definitivamente, vai vender ou vai abandonar, essa resposta precisa vir.
Mas o seguro desemprego é a resposta mais viável, mais urgente e melhor de ser trabalhada e eu poderia fazer isso, inclusive agora no governo de Michel Temer...

Nós teremos que negociar ou com o governo atual ou com o novo governo de Bolsonaro uma alternativa de proteção social para esses trabalhadores...
Os trabalhadores não podem ficar passando fome enquanto os políticos ficam discutindo com os empresários e etc..."

De acordo com as palavras do ex-ministro, ficou bem claro que ele  buscara com seu prestigio possibilidades de amparo para estes funcionarios até que recebam seus direitos trabalhistas.


Isso sim é compromisso com Coelho Neto

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