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Mensagem da Semana

E, eis que cedo venho, e o meu galardão está comigo, para dar a cada um segundo a sua obra. Apocalipse 22:12

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Após alerta de Flávio, Adidas suspende vendas de blusas com conotação sexual

Do portal G1 – A fabricante de material esportivo Adidas informou nesta terça-feira (25) que suspendeu as vendas de modelos de camisetas feitas para a Copa, e que continham conotação sexual.
As peças, à venda no site da empresa nos Estados Unidos, irritaram o governo brasileiro. A coleção pegou tão mal que motivou a presidente da República, Dilma Rousseff, a escrever no Twitter que o país não aceita e está pronto para combater o turismo sexual.
“A Adidas sempre acompanha de perto a opinião dos consumidores e parceiros, e em resposta aos seus comentários anuncia que os produtos em questão não mais serão comercializados pela marca. É importante frisar que trata-se de uma edição limitada que estaria disponível apenas para os Estados Unidos”, afirmou a empresa, em nota enviada ao G1.

A musa da comunicação do projeto de mudança

A musa da comunicação do projeto de mudança liderado pelo pré-candidato a governador Flávio Dino, do PC do B, é a grande jornalista Aline Louise, assessora do movimento Diálogos Pelo Maranhão.

Aline Louise, tem se doado na medida do possível, e percorrido várias regiões do Maranhão na caravana da mudança, fazendo uma das mais brilhante cobertura jornalística.
Formada na UFMA, Universidade Federal do Maranhão, a jovem jornalista Aline Louise, tem um dos mais bonitos currículos que alguém possa apresentar: foi pesquisadora do CNPQ, o órgão de pesquisa da UFMA, foi repórter de política do Jornal O Imparcial, e correspondente dos Jornais Folha de São Paulo, e Estado de São Paulo, e dos Portais terra e IG no Maranhão. Como se não bastasse tudo isso, Aline Louise ainda foi também coordenadora de comunicação da campanha do então candidato a prefeito de São Luis Edivaldo Holanda Júnior.
Aline Louise em Chapadinha 
 Agora ela está dedicada unicamente ao Diálogos Pelo Maranhão.
 Com tudo isso, Aline Louise, prova que tem talento, competência e sobretudo reponsabilidade com este importante e estratégico trabalho que ela faz, na condição de assessora do Diálogos Pelo Maranhão.
Produzindo as reportagens de grandes repercussões que tem mostrado a cara nua e crua do nosso estado, com todas suas problemáticas, Aline Louise, tem estado em lugar de destaque.
Por representar bem o gênero feminino no mundo jornalístico na pré-campanha do mais absoluto e necessário projeto de mudança que o Maranhão anseia, é que o Portal Leste Maranhense, lhe coroa como “Musa” da comunicação da grande transição que em breve acontecerá.    



Dobradinha: Prefeitura de Afonso Cunha firma dois contratos com a mesma empresa no valor de R$ 1,5 milhão

A empresa Mega Empreendimentos, Construções e Serviços Ltda. foi agraciada com dois ‘super’contratos com a Prefeitura de Afonso Cunha, atualmente comandada por José Leane (PMDB).

Por tomada de preço, a construtora vai receber um total de R$ 1.527.045,53 dos cofres públicos do município.
De acordo com o Diário Oficial, a Mega Empreendimentos vai executar os serviços de duas construções. Uma de quadra escolar no povoado de Olho D’ Água, que será gasto R$ 509.957,83 e a de uma escola de 06 (seis) salas de aula, que terá um custo de R$ 1.017.087,70.
Os dois contratos que a prefeitura firmou com a construtora foram assinados em 15 de janeiro.
Do blog do Luis Pablo 

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Flávio Dino com Chapadinha e Presidente Vargas discute as problemáticas do Maranhão.

Na manhã de sábado, o primeiro compromisso de Flávio Dino, PC do B, o ainda Presidente da Embratur e pré-candidato a governador do Maranhão no Chapadinhense Hotel, em Chapadinha, foi tomar café ao lado de lideraras políticas da região e juntos iniciarem na mesa do café, uma discussão proveitosa em prol do estado.
Flávio Dino em Presidente Vargas 


Participaram do café a convite de Flávio Dino, os anfitriões,  vereador Presidente da Câmara de Chapadinha Nonato Baleco,  pré-candidato a deputado estadual pelo PDT, Dr. Levi Pontes, também pré-candidato a deputado estadual pelo Solidariedade, a pré-candidata a deputado federal Rosângela Curado, PDT, ex- prefeito de Coelho Neto, Raimundo Guanabara, Vereadora de Coelho Neto, Cristiane Bacelar, Presidente estadual do Solidariedade Mulher, Deputado federal Simplício Araújo, Solidariedade, deputado estadual e pré-candidato a federal do PC do B, Rubens júnior, e outras lideranças.
Flávio Dino, fala no IV Fórum de Educação do Baixo Parnaíba 


Cantam os parabéns a Dr. Levi Pontes, que recentemente  esteve de aniversario 

Flávio Dino, discursa no evento regional do Solidariedade 

partes de lideranças que participaram do almoço do pré-candidato a deputado estadual Nonato Baleco 
Em seguida, Flávio Dino e sua comitiva participaram da abertura do encontro regional do Solidariedade, organizado pelo pré-candidato a deputado estadual Dr. Levi, no Aldeota Clube, e foi participar do IV Fórum de Educação do Baixo Parnaíba, onde na condição de professor falou aos educadores e foi aplaudido pelos presentes.
Durante a sua palestra Flávio Dino, parabenizou os educadores e pontuou a educação como pilar indispensável para uma sociedade mais justa e igualitária; enalteceu o IV Fórum de Educação do Baixo Parnaíba, como um grande instrumento da causa educacional e se propôs a continuar nesse período pré-eleitoral, a sua árdua luta por um Maranhão independente e livre do sistema oligárquico.
Café da manhã com Flávio Dino, 




Fernanda Morais, presidente do PC do B de Afonso Cunha, e pré-candidata a prefeita daquele município em 2016, Cristiane Bacelar, vereadora em Coelho Neto, e Presidente estadual do Solidariedade Mulher, e Rosângela Curado, pré-candidata a deputada Federal pelo o PDT, e liderança tocantina que pode ser a vice- governadora na dobradinha com  Flávio Dino,   
Pedetistas de Coelho Neto, liderados pelo  ex-vereador Mariano Crateús e o presidente  da legenda Luis Santos, juntamente com Dr. Claudio Furtado   do PC do B de Duque Bacelar, participam do evento do Solidariedade, em Chapadinha 
Vanuza Flora, vereadora do PC do B de Buriti, e esposo Antonio Flora sindicalista grandes lideranças que estão com Flávio Dino, 
Em seguida, Flávio Dino retornou para o encontro regional do Solidariedade que acontecia no aldeota clube. Ali ouviu os  oradores que participavam do evento de diferentes cidades do Baixo Parnaíba e leste maranhense, e também fez o seu memorável discurso na condição de pré-candidato a governador dos principais partidos oposicionistas da qual o Solidariedade é um.
Depois do encontro Flávio Dino, almoçou no sitio Pantanal nos arredores de Chapadinha, ao lado do vereador Nonato Baleco, pré-candidato a deputado estadual pelo o PDT, e uma gama de líderes comunitários que apoiam seu projeto.
A partir das 16 horas ainda de sábado 22, Flávio Dino, e sua comitiva foi recebido com uma grande festa na entrada da cidade de Presidente Vagas, por vários líderes políticos e comunitários daquela municipalidade para participar de mais uma edição do movimento Diálogos Pelo Maranhão.
Atendendo todas as expectativas dos organizadores o Diálogos de Presidente Vargas, assim como os demais que já aconteceram, foi um sucesso e com as mesmas caracterizas; suprapartidário e a margem das questões políticas locais, os líderes daquele município, de legendas oposicionistas participaram do evento juntos e unidos pela a causa do Maranhão.
 Flávio Dino, assim como toda a sua comitiva participou ativamente do evento, que encerrou as atividades pré-eleitoral dele como pré-candidato a governador semana passada.   


Impunidade contribui para situações de trabalho escravo no País, afirma Simplício Araújo

Pela primeira vez no país, o número de trabalhadores libertados em condições análogas à de escravos na área urbana supera o de resgatados no campo, de acordo com dados da Comissão Pastoral da Terra (CPT). O balanço de 2013 da entidade contabiliza 2.208 trabalhadores libertados no Brasil – 56% nas cidades (1.228).

O dado é representativo, já que, em 2012, menos de um terço (30%) dos resgatados estava na área urbana. A construção civil encabeça o ranking de setores com mais libertações no ano passado: 914 (41% do total).
Para o deputado federal Simplício Araújo (Solidariedade/MA), os números são significantes e mostram que a sensação de impunidade faz com que certos empresários mantenham os trabalhadores em situações análogas ao trabalho escravo.
“O que se percebe é que, com a falta de rigor na punição daqueles que praticam o trabalho escravo, grandes empresas, indústrias e empresários continuem cometendo os ilícitos. A legislação existe, porém, é preciso uma integração de todos os poderes para que se consiga erradicar este mal”, afirmou o parlamentar.
Para Simplício, o trabalho escravo é a forma mais grave de exploração do ser humano e não atenta apenas contra os princípios e direitos fundamentais do trabalho. Afronta, também, os mais elementares direitos humanos, como a vida, a liberdade e a dignidade do trabalhador. “Os trabalhadores são submetidos a condições ínfimas de sobrevivência, em um patamar muito aquém do mínimo indispensável para uma vida digna, que são as chamadas condições degradantes de trabalho, previstas no artigo 149 do Código Penal e isso é inaceitável”, finalizou o parlamentar.
-> Um projeto de lei em análise na Câmara dos Deputados quer modificar o conceito de trabalho escravo (PL 3842/12). Entre outros pontos, o texto retira os termos “jornada exaustiva” e “condições degradantes de trabalho” do Código Penal  e inclui a necessidade de ameaça, coação e violência para ser caracterizado o trabalho escravo.
Com informações da Agência Câmara


Cutrim critica governo Roseana, manda Madeira tomar vergonha e cobra CPI da Agiotagem


RAIMUNDO CUTRIM Cutrim critica governo Roseana, manda Madeira tomar vergonha e cobra CPI da Agiotagem
Oposicionista criticou a falta de segurança no MA e cobrou a instalação da CPI da Agiotagem.
O deputado Raimundo Cutrim (PCdoB) usou a tribuna da Assembleia, na sessão desta terça-feira (25), para comentar matéria publicada, hoje, no jornal O Estado do Maranhão, relativa a investimentos do governo do Estado na secretaria de Segurança Pública. “A realidade hoje é outra na secretaria de Segurança Pública. O melhor investimento feito, nesses últimos anos, foi importar o secretário para o Maranhão”, afirmou.
Cutrim revelou que recebeu a visita de excedentes do último concurso realizado para a Polícia Militar e Corpo de Bombeiros que reclamam não terem sido chamados, o que contraria as normas estabelecidas no edital do concurso. “Até agora só chamaram metade dos aprovados e o edital diz que deve ser chamado até três vezes o número de vagas. Vou apurar melhor isto”, esclareceu.
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Parlamentar lembrou da armação de Sérgio Macedo para incriminar Madeira por assassinato.
O deputado mostrou-se surpreso com a posição política assumida, hoje, pelo prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira (PSDB), de aliado do grupo político liderado pela governadora em razão de, em época passada, ter sido acusado pelo secretário de Estado de Comunicação, Sérgio Macedo, então assessor do ex-prefeito Ildon Marques, de ter sido mandante de um crime. “À época eu era secretário de Segurança e saí em defesa do Madeira, dizendo não acreditar que ele não pudesse mandar matar alguém”, revelou.
“Um fato desse vai contra o sentimento, vai contra a dignidade das pessoas. Será que a política degenera a mente humana? Será que a pessoa não tem respeito à sua dignidade, a si próprio e ao que fizeram com ele”, questionou Cutrim. O deputado acrescentou que a mesma coisa fizeram com ele agora, quando o secretário Aluísio o acusou de envolvimento na morte do jornalista Décio Sá, usando documentos falsos, com a conivência da governadora.
Cutrim, mais uma vez, desafiou o governo do Estado a permitir a instalação da CPI da Agiotagem, para a qual disse já contar com 13 assinaturas, faltando apenas uma, que ele disse estar esperando ansiosamente para provar que não está envolvido com agiotagem. “Por que não assinam? Não estão dizendo que o Cutrim é envolvido com agiotagem”, desabafou.
As informações são da Agência Assembleia

Veja um pouco do que foi em Santa Quitéria

Santa Quitéria, na última sexta feira, 21 foi palco de um grandioso Diálogos Pelo Maranhão.
O movimento “Diálogos Pelo Maranhão” nasceu grande e vem ganhando a cada dia que passa a preferência dos maranhenses com uma proporção espetacular.  
Acompanhe como foi um pouco da grande festa popular em Santa Quitéria, que é este famoso movimento!  

Camiseta vendida nos EUA usa apelo sexual vinculado à Copa do Mundo no Brasil



Jornal O Globo
camisasexo 300x225 Camiseta vendida nos EUA usa apelo sexual vinculado à Copa do Mundo no BrasilSÃO FRANCISCO, EUA - Camisetas alusivas à Copa do Mundo no Brasil com apelo sexual estão sendo vendidas em lojas da Adidas nos Estados Unidos. Na cidade de San Francisco, na Califórnia, uma loja de produtos da marca no Shopping Westfield, exibia a coleção de camisetas que faz referência às mulheres brasileiras.
Em uma das camisetas, um coração foi estilizado para parecer com as nádegas com um biquíni fio dental. Outra mostra uma mulher voluptuosa de biquíni com o Pão de Açúcar ao fundo. Em cima da imagem o seguinte texto: “Looking to score”, um jogo de palavras sobre fazer gols e pegar garotas, com a expressão usada em inglês em referência ao sexo.
As camisetas são vendidas por US$ 25 no modelo masculino e US$ 22 no feminino. Um vendedor da loja afirmou que as camisetas da coleção têm bastante saída, em especial as que mostram a logomarca oficial da Fifa. Questionado se a mensagem nas camisetas incitava o turismo sexual, o vendedor disse que não tinha notado que a estampa tinha conteúdo desse tipo. Ele contou que as duas camisetas fazem parte da coleção que estaria sendo vendida em todas as lojas da Adidas.
A notícia causou indignação no presidente da Empresa Brasileira de Turismo (Embratur), Flávio Dino, que reagiu com veemência à revelação de que a Adidas fabrica e comercializa camisetas vinculando a Copa do Mundo no Brasil a apelos sexuais.
- Não aceitaremos que a Copa seja usada para práticas ilegais, como o chamado turismo sexual. Exigimos que a Adidas ponha fim à comercialização desses produtos – disse Flávio Dino, que continuou. – Lembramos que no Brasil há leis duras para reprimir abusos sexuais e as polícias irão atuar nesses casos no território nacional. O povo brasileiro é acolhedor e temos certeza de que aqueles que nos visitarão irão respeitar o Brasil- afirmou o presidente da Embratur em nota. O presidente da Embratur informou também que vai trabalhar para que as camisas vendidas nos Estados Unidos sejam recolhidas do comércio.
Do blog Marrapá 

Morre um coelhonetense em Rondônia

Mais um filho de Coelho Neto, perde a vida longe de seus familiares por falta de trabalho em Coelho Neto. 

O filho do senhor Antonio Padre, que morou anos entre Boa Fé, e Paú, município de Aldeias Altas, e que hoje mora em Coelho Neto, no conjunto habitacional Renascer, faleceu hoje 5 da manhã no estado de Rondônia onde há anos trabalhava.

 Segundo as primeiras informações que chegaram ao Portal Leste Maranhense, o jovem conhecido como “Mundico” perdeu a sua vida vítima de um acidente doméstico: segundo relato, o jovem foi tomar banho em um banheiro, caiu e batel a cabeça no vaso sanitário. Embora tenha sido socorrido e levado às pressas ao hospital, “Mundico” veio a óbito, ao romper da aurora de hoje.
Talvez ainda hoje ou amanhã sedo, traremos informações de quando e como será feito o traslado do corpo, de “Mundico” e do seu velório.

Parentes e amigos da família receberam a notícia na manhã de hoje 25, com tristeza e muita comoção. A região da grande Santa Maria, Boa Fé e Paú, onde o jovem teve a sua infância está mergulhada em tristeza e se preparando para dá o último adeus ao amigo “Mundico” em seu velório que deve acontecer nos próximos dias em Coelho Neto. 

Flávio Dino sobre eleição indireta: “tradição golpista desse grupo está em sua origem”

O presidente da Embratur, Flávio Dino (PCdoB), participou de entrevista na rádio Capital em sabatina com os jornalistas Gilberto Lima, John Cutrim e Clodoaldo Corrêa. Flávio Dino falou da estratégia da governo para se manter no poder, que passou pelo eleição indireta, envolveu a Assembleia Legislativas, o cargo de Conselheiro do Tribunal de Contas e o PT. A engenharia política do governo passou pela retirada do vice-governador do cargo, o empossando como conselheiro do TCE, dar um jeito em Arnaldo Melo (presidente da Assembleia e o próximo na linha sucessória) e eleger pelo parlamento Luís Fernando Silva (PMDB) como governador tampão para concorrer à reeleição em outubro.
“A tradição golpista desse grupo dominante está em sua própria origem política. O que desejamos é uma política transparente e sem chantagens, tapetões”, pontuou.
O pré-candidato ao governo do estado também afirmou que não é favorável a nenhuma candidatura, uma vez que é certa a vitória de um governista na indireta (Arnaldo Melo ou Luís Fernando) e é grande a possibilidade do eleito indiretamente ser o candidato na eleição direta este ano. Dino criticou Roseana por deixar o governo em nome de uma nova eleição em um momento de dificuldade. “Quem for o candidato deles representa a continuidade. Eles podem mudar o nome, mas não o conteúdo. Objetivo da mudança que propomos, defendemos e desejamos não é alterar pessoas, mas alterar as práticas. É o mesmo modelo do atraso. Agora, a governadora abandonar o barco no momento de crise como este é um atestado de incompetência. O povo a elegeu para resolver os problemas do Maranhão”, afirmou.
Do blog Clodoaldo Correa 

Visitas do deputado federal Simplício Araujo, no Baixo Parnaíba

No último final de semana, o presidente estadual do Solidariedade, deputado federal Simplício Araújo (MA), cumpriu agenda na região do Baixo Parnaíba. Levando a mensagem do partido e ouvindo a população, o parlamentar percorreu cinco cidades desde a última sexta-feira (21). 
Na sexta, o deputado participou do movimento Diálogos pelo Maranhão em Santa Quitéria. Ao lado do presidente da Embratur e pré-candidato ao governo, Flávio Dino, e do vice-prefeito de São Luis, Roberto Rocha, o deputado destacou a luta a favor das causas do trabalhador brasileiro, ouviu a população da cidade e reforçou o desejo de mudança no estado. No mesmo dia, o parlamentar maranhense visitou, junto com Flávio Dino, Tabuleiros São Bernardo – projeto do governo federal iniciado na década de 1980 para irrigação e plantação por produtores agrícolas no Maranhão - localizado à margem esquerda do rio Parnaíba, nos municípios de Araioses e Magalhães de Almeida.


  

No sábado (22) foi realizado em Chapadinha (MA) o encontro Regional do Solidariedade. No evento, comandado pelo presidente estadual do Solidariedade e pelo presidente do diretório de Chapadinha, o médico Levi Pontes, foram debatidos temas importantes para o futuro do partido no Maranhão. Ambos mostraram para a população da região do Baixo Parnaíba a missão do Solidariedade, que traz como principal bandeira a luta pelas causas do trabalhador brasileiro.

Na ocasião, Simplício Araújo e Levi Pontes reafirmaram o compromisso do Solidariedade com a pré-candidatura de Flávio Dino ao governo do Maranhão. Flávio Dino também esteve presente no encontro. 

“O Baixo Parnaíba precisa da força do Solidariedade e de suas lideranças para fazer a mudança que a população precisa. A sigla mostra esse compromisso desde sua fundação: o compromisso com um Maranhão mais justo e com dias melhores para o Baixo Parnaíba”, ressaltou Flávio Dino.





Coelho Neto-MA: Grande Movimentação para os Cursos Gratuitos do CPI, Mais de Trezentas Inscrições!



Foram iniciadas neste último Domingo 23-02, as inscrições no Centro Social de Inclusão Digital de Coelho Neto-MA, O CPI será composto por computadores, biblioteca, cursos técnicos, aulas de reforço, informática e prática de artesanato, além de outros cursos totalmente grátis. A procura pelos cursos foi grande até o final da manhã mais de trezentas inscrições foram contabilizadas. O idealizador Albino, acompanhado do Professor Jean Brito, falaram  sobre a iniciativa.
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O DIA HOJE É SEU; PARABÉNS DR. MAGNO BACELAR: VIDA LONGA E FELICIDADES

Carlos Magno Duque Bacelar nascido em Coelho Neto no dia 25 de fevereiro de 1938 é advogado por formação e político por opção.
Filho de Raimundo de Melo Bacelar (Duque Bacelar) e Maria Machado Bacelar. Em 1962concluiu o Bacharelado em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal do Maranhão, alternando-se entre a advocacia e o jornalismo. Junto com seu irmão Raimundo Bacelar, fundou em 1963 o Sistema Difusora de Comunicação e foi diretor do Jornal do Dia, ambos em São Luís. Fundou também a Federação das Escolas Superiores doMaranhão.
Eleito deputado estadual pelo PSD em 1962, foi chefe de gabinete da prefeitura de São Luíse no governo Pedro Neiva de Santana foi subchefe e depois chefe da Casa Civil e Secretário da Educação, além de atuar como conselheiro de diferentes órgãos governamentais. Presidente do diretório municipal da ARENA em seu município e membro da executiva estadual, foi eleito deputado federal em 1974 e 1978, licenciou-se do mandato para ocupar o cargo de Secretário de Justiça no governo João Castelo, afastando-se para disputar o pleito de 1982 pelo PDS, sendo vitorioso.
No PFL foi eleito suplente de senador em 1986. Por ocasião das eleições de 1988 ingressou no PDT e foi eleito vice-prefeito de São Luís na chapa de Jackson Lago. Com a vitória deEdison Lobão na disputa pelo governo do estado em 1990, Magno Bacelar foi efetivado senador e em 1994 foi eleito para o seu quarto mandato de deputado federal.Em 2004 foi eleito prefeito de Coelho Neto pelo PV, não conseguindo ser reeleito em 2008.
Pai de Francisco, Maria, Hugo, Artur, Eduardo, Larissa e Layla, é casado em terceira núpcias com Cristiane Bacelar.
No dia em que faz aniversário, o Blog o felicita pela passagem da data natalícia fazendo votos de muita saúde e paz. Felicidades!
Fonte: Enciclopédia Wikipedia

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Idealizador da Ficha Limpa foi ameaçado por colegas

Leandro Mazzini, São Paulo
Marlon Reis Arquivo pessoal1 Maranhense, idealizador da Ficha Limpa foi ameaçado por colegasO roteiro da campanha era tão pitoresco que estava fadado ao fracasso: Como um juiz de primeira instância do interior do Maranhão – estado com mais baixo IDH do país e, a exemplo de outros, dominado por oligarquias políticas – conquistaria aliados para apresentar aos congressistas uma proposta de iniciativa popular que prejudicaria muitos deles, por suas biografias suspeitas? Pelo ‘exagerado otimismo’ de Marlon Jacinto Reis, o protagonista desse script. A gestação da Lei da Ficha Limpa se confunde com sua história. Na década de 90 o rapaz mulato, pobre, sem raízes nas esferas judiciais tinha tudo para virar um peão. Com espírito revolucionário, estudou e conquistou sua toga por mérito. Forjou na cabeça que não seria impossível neste século 21 quebrar resistências ao debate que acabou por aperfeiçoar a Lei de Inelegibilidades (1990). Seria sim muito difícil, e foi.
Nascido em Pedro Afonso (TO), filho de advogado bancário e uma dona de casa, Marlon Reis rodou o Brasil com os pais até se estabilizar no Maranhão em sua juventude, na década de 80. Aluno de escola pública, foi feirante quatro anos na capital São Luís vendendo melancias. Se hoje reconhece uma boa fruta pelo tom da casca verde, como diz, foi com a expertise de feirante que aprendeu a ter olhar malicioso para reconhecer um mau político pelo comportamento na banca. O mercado agora é outro.
Antes disso, a ingenuidade de estudante sonhador – e até na fase de juiz iniciante – o derrubou muitas vezes. Aos 18 anos na escola, mergulhou nas obras de Karl Max e liderou movimento estudantil. Depois peitou professor, ganhou antipatia do corpo docente na faculdade de Direito da UFMA. Fora dali, funcionário da Cervejaria Equatorial, fazia de um hobby um ganha-pão, literalmente, junto a goles de cerveja – tornou-se um boêmio tocador de violão num bar do ponto final do ônibus rumo de casa, na Forquilha. “Estudava de manhã e trabalhava à tarde e à noite. Fiquei reprovado um semestre inteiro”. A fase leninista-marxista durou pouco.
“Eu rompi tinha 20 anos de idade. Desde então nunca mais me aproximei de nada disso. Foi uma fase. Aprendi militância e ação coletiva. Não há arrependimento nenhum. Isso me propiciou três anos de crescimento intelectual, como por exemplo a tolerância para debater com alguém que tenha ideias opostas”, lembra.
Solta a frase num misto de experiência e ansiedade, para complementar como se numa sentença: “Aprendi muito o que era democracia”. Descobriu o mundo dos togados, que lhe revelou a cobiça, inveja, rasteiras mas também amizades e ajudas essenciais para sua biografia. Graduado, enfim trocou a cervejaria pela advocacia. Atuou por um centro de defesa dos direitos da criança. Pegou causas de indenizações “contra injustiçados”.  E na primeira, maior e mais visível de suas ações, no espírito do otimismo exacerbado que ele mesmo define, perdeu feio a defesa de uma jovem negra acusada de roubo pela direção de um shopping. Havia todas as provas de que era inocente. “Você vai perder porque a causa interessa a pessoas influentes”, revelou a ele um juiz à época. Eram meados dos anos 80, a capital São Luís crescia, o mercado em polvorosa com a chegada de grandes construtoras e centros comerciais, e não seria diferente ali: magistrados, políticos, empresários, todos se conheciam e se ajudavam.
Salto
Nesse ínterim, Marlon tornou-se assessor do Tribunal de Justiça do Maranhão, convidado por um juiz que o acompanhou na polêmica ação e gostara do texto de sua petição. Deixou a causa para amigos. “Nunca fui de guardar mágoa, mas nunca fui de puxar saco de ninguém”, adianta. Como nada sai barato na vida, foi acusado por um movimento negro de se vender. Ele não desistiu e acompanhou de perto o caso. “Anos depois o TJ reformou a sentença e foram pagos R$ 50 mil”, à vítima, explica.
Como assistente de magistrado, ganhou na loteria. Seu primeiro salário, de R$ 1,6 mil – uma fortuna para a época e na cidade -, o incentivou a estudar para o concurso. “Depois dobraram meu salário para R$ 3 mil. Minha vida era boêmia, mas nunca fui muito vaidoso. Eu tocava violão, estava sempre nas festinhas, gostava de música popular, compunha. Boa parte do meu dinheiro ia para isso”, se entrega. Dedicado nos estudos madrugada adentro, passou para cargo de juiz no Tocantins, mas desistiu da prova oral para tentar novo concurso no Maranhão, onde se estabelecera. O risco era total. Ganhou um presente de aniversário dia 10 de Dezembro de 1986: passara em terceiro lugar. E começou sua trajetória jurídica que o levaria a um encontro fortuito que mudaria sua vida, e a de muitos brasileiros.
Resistências e ameaças
O ano era de 1999. A Seleção Brasileira perdera a Copa, mas estava feliz. O presidente Fernando Henrique Cardoso se reelegera com folga e a economia ia bem, apesar dos primeiros sinais da crise internacional que respingaria por aqui. Naturalmente qualquer mandatário perguntaria o que mudar na legislação? Marlon e amigos promotores estavam insatisfeitos. Ressuscitou o espírito revolucionário da juventude, a ponto de bancar excursões pelo interior do Maranhão e Piauí, num trabalho voluntário nos fins de semana, de conscientização popular para barrar candidatos processados na Justiça. Ele não sabia, já iniciara a campanha da Ficha Limpa – muitas vezes sob a mira de olhares desconfiados e coldres escondidos. Os amigos subiam em carrocerias de caminhões, com caixa de som emprestada.
“Organizamos comícios, bairro por bairro, reunimos mais de 2 mil pessoas em praça, para pedir que denunciassem compra de votos”.
Ao passo que o povo adorava aquele novo tipo de comício – ninguém pedia voto ou prometia nada – o juiz comprou briga com boa parte dos tribunais dos dois estados. Os magistrados mais veteranos se enciumaram, mas também houve aqueles que o ameaçaram por serem ligados aos mandatários com processos. E volta aquela história: todos se conhecem.
“Por conta desse movimento fui vítima de uma grande incompreensão no Tribunal de Justiça”, revela Marlon. “Havia desembargadores que queriam que eu fosse afastado da magistratura, e diziam que minha atitude era política”.
Isso era pouco. Resistência e ciumeira há em qualquer profissão. Ironicamente passou a ser chamado de “Ovelhinha Negra” do TJ. “Chegou a haver um pedido de afastamento, mas a decisão não saiu. Respondi a muitos processos administrativos disciplinares. Nenhum deles tratava disso, mas tudo que acontecia comigo virava um processo. Eu era malvisto dentro da própria magistratura”. Isolado e decepcionado, já decidira deixar a carreira. Não fosse uma conversa com um bispo católico amigo, hoje talvez não teríamos a Ficha Limpa. Aconselhado a ficar, resistiu.
Mas as pancadas do malhete deixaram feridas. E a situação ganhou contornos preocupantes. “Eu não aguentava mais. Recebia ameaça de morte, telefonema com ‘olha, eu sei onde sua filha está’. Tudo que eu fazia se virava contra mim. Havia um juiz corregedor que amedrontava os juízes novatos, que quem se aproximasse de mim não seria vitaliciado, e recebia ameaças por conta do que isso causava a políticas partidárias”. Apoiou-se na família e nos amigos, com quem bebia para esquecer tudo.
Descobertas
Foi num desses encontros, em 2002, na pequena Santa Filomena, Sul do Piauí, que nasceu a ideia da Lei – muito além da Inelegibilidade – para enquadrar de fato políticos enrolados. Foi na mesa de boteco a primeira ata informal do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) – hoje são 330 comitês espalhados pelo país.
O MCCE cresceu, Marlon continuou a peregrinação por conta própria a cidades, e isso chamou a atenção da Igreja Católica. Um dia recebeu um telefonema, dom Dimas Barbosa, secretário-geral da CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil o chamou. Encontraram-se numa festa Julhina, dom Dimas tocava um acordeão com jeito enquanto sussurrou para ele “precisamos conversar”, “vamos marcar”, “não, quem marca não faz nada”, “então vamos resolver agora” e assim seguiu o diálogo ao ritmo do arrasta-pé. A CNBB já preparava uma agenda política sobre inelegibilidade, as ideias se encontraram e a entidade apoiou o MCCE, as novas excursões de Marlon e equipe. Nascia a campanha para coleta de assinaturas para a Lei, e com aliado nacional de peso. Somaram-se depois dezenas de movimentos como a OAB e a grande imprensa, cruciais para a campanha.
O aniversário do juiz sempre foi marcante. No dia 10 de Dezembro de 2007 o MCCE iniciou para valer o projeto, que culminaria com a entrega do calhamaço com 1,3 milhão de assinaturas dia 29 de Setembro de 2009, no Congresso Nacional e com ampla repercussão. “Nosso maior objetivo sempre foi mobilizar as pessoas. Eu desafio qualquer outro movimento a demonstrar que fez um trabalho de base tão profundo quanto o nosso”, relata o juiz.
A campanha
A audácia do projeto trouxe desafios de igual tamanho.
Naqueles dois anos de coletas, foram centenas de viagens. Numa das primeiras cidades, em Barra (PI), o prefeito interpelado em praça pública no começo de 2008 pelo próprio Marlon se recusou a assinar a lista. Dois anos depois foi cercado pela Ficha Limpa. Aliás, ainda não havia o nome para a Lei, e sim apenas a “campanha pela vida pregressa proba dos candidatos a cargos políticos”. Numa dessas conversas para explicá-la, Marlon estava na rodoviária de Teresina à espera de um ônibus com uma freira, quando num lampejo ambos falaram em uníssono a expressão “Ficha Limpa”.
Houve muitas resistências Brasil adentro, nos rincões e nas capitais, o que nessas andanças fez o magistrado descobrir um coronelismo político desses novos tempos. No dia 4 de Junho de 2010, o então presidente Lula sancionou a Lei Complementar nº. 135. Evidentemente muitos partidos e políticos atingidos direta ou indiretamente chiaram por causa do impasse judicial quanto à aplicação em meio à campanha daquele ano – nenhuma lei pode retroagir e a interpretação era variada tribunais afora –, e só 16 de Fevereiro de 2012 a Lei da Ficha Limpa foi declarada constitucional pela maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal. Venceu a persistência. Pelo vaivém dos recursos , não se tem um número certo, mas fato é que a Lei barrou mais de 50 prefeitos eleitos no ano passado.
“Sou exageradamente otimista. Isso é uma coisa depõe contra mim. Qualquer pessoa normal deveria ter pensado umas quatro, cinco, dez vezes antes tocar um negócio desse tamanho”, ressalta, num tom de autoanálise. “Nunca me passou pela cabeça que não fosse dar certo. Depois da lei aprovada, gente que ajudou na campanha me procurou para falar que não acreditava”. E por fim desabafa, numa associação involuntária que lembra sua trajetória pessoal. “Nunca teve atalho nenhum, sempre foi da maneira mais difícil”.
Foram três horas de papo. Ele ficou com vontade de comer melancia.

Jornal da família Sarney volta a atacar Flávio Dino, mesmo depois de desmentido pela CGU

O jornal “O Estado do Maranhão” requentou, na edição deste domingo (23), a mesma denúncia que havia publicado no domingo passado contra o presidente da Embratur e pré-candidato a governador Flávio Dino. O PCdoB voltou a emitir nota repudiando os ataques.
O veículo da família Sarney usa suposta nota da Controladoria-Geral da União, que teria sido emitida no dia 4 de fevereiro, para requentar denúncias de irregularidades contra Dino.
Ocorre que a mesma CGU, suposta fonte do jornal da oligarquia, emitiu certidão negativa no último dia 18 de fevereiro atestando que nada consta contra Flávio Dino em relatórios de auditorias, processos disciplinares ou qualquer outro procedimento junto ao órgão federal
Em nota, o PCdoB diz que os ataques infundados já foram esclarecidos pelo corpo técnico da Embratur e pela própria CGU e que revelam o desespero do grupo Sarney, cujo pré-candidato ao governo, Luís Fernando, não cresce nas pesquisas de opinião pública.
Leia a íntegra da nota emitida pelo PCdoB:
NOTA OFICIAL
Em resposta a mais um ataque do jornal “O Estado do Maranhão”, contra o presidente da Embratur e pré-candidato a governador, Flávio Dino, o PCdoB vem a público reafirmar que as acusações do jornal da família Sarney são inverdades. A manipulação de informações pelo jornal foram comprovadas após emissão do Atestado da Controladoria Geral da União de que não há qualquer envolvimento do presidente da Embratur, Flávio Dino, com denúncias de corrupção ou improbidade.
O jornal reedita acusações já esclarecidas e refutadas pelos órgãos de controle interno da Embratur e pela própria Controladoria-Geral da União (CGU). Fica demonstrado que o jornal tem por único objetivo tentar manchar a imagem de Flávio Dino.
A Certidão da CGU afirma que nada consta contra Flávio Dino em relatórios de auditorias, processos disciplinares ou qualquer outro procedimento junto ao órgão federal. Todas as ações de Flávio Dino, portanto, foram marcadas pela transparência e pela observância das leis.
São Luís, 22 de fevereiro de 2014.
CGU Certidão