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quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Que lições tiramos com o resultado do arquivamento das denúncias de corrupção passiva contra o governo Temer?

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O aroma fétido exalado ontem no interior do parlamento brasileiro simbolizou e notabilizou a essência cultural de nossa política minúscula e baixa. O cinismo e o canalhismo ficaram patenteados conforme se iam alargando o discurso pró-arquivamento da denúncia de corrupção passiva contra Temer. A promíscua relação pautada na politicalha coloca sob suspeição a legitimidade de nossa instituição mais importante do poder.

A principal lição que aprendi com o resultado da vitória do governo ilegítimo, traidor, golpista e corrupto Temer é que o Brasil – por intermédio de um parlamento submisso, cínico e canalha – sofreu outro golpe. A constituição mais uma vez, é ultrajada e violentada pela insanidade de um governo desesperado que se utilizou claramente da corrupção para blindar a si próprio da corrupção; o Estado Democrático de Direito sofre mais um duro golpe; a Democracia tornou-se agora, meramente uma palavra sem nenhuma eficácia, foi substituída pelo suborno descarado e inigualável. A ganância e a falta de pudor fomentaram o campo da balbúrdia institucional que se apresentou como um verdadeiro mercado Persa – a moeda como valor de troca substituindo a idoneidade e a lisura do voto popular.

O ato indecente a que o parlamento brasileiro impôs aos seus filhos favorecendo um governo acusado de corrupção passiva – as provas são inconteste, robusta e inquestionável – materializa o conceito prático de que os valores mais nobres foram suprimidos em favor da aberração, do flagrante toma lá, da cá; da deformidade e do desrespeito para com a sociedade e o regime democrático.

Foi chocante ouvir tantos argumentos beócios quantas idiotias para justificar o injustificável apelo pelo que é: indecente, desonesto e obscuro.

A história cobrará de cada um desses cretinos e canalhas deputados que negociaram seu voto com o governo ilegítimo, traidor, golpista e corrupto Temer.

A esse respeito, já frisei que serei implacável com a bancada maranhense quanto sua posição e, então, publicarei novamente cada voto dos deputados nesse processo que resultou no sepultamento das denúncias de corrupção passiva contra Temer:

A favor do arquivamento:
Aluísio Mendes (PTN);
André Fufuca (PP);
Cleber Verde (PRB);
Hildo Rocha (PMDB);
João Marcelo (pmdb);
José Reinaldo (PSB);
Junior Marreca (PEN);
Juscelino Filho (DEM);
Pedro Fernandes (PTB);
Sarney Filho (PV);
Vitor Mendes (PSD).

Esses deputados canalhas e submissos já demonstraram do que são capazes quando foram favoráveis às reformas da previdência e trabalhista, jogando contra os trabalhadores, retirando seus direitos. Portanto, em 2018 não vote em nenhum deles, visto que, são traidores e oportunistas.

Veja como votou cada deputado maranhense na reforma da previdência e trabalhista e, também, pela terceirização irrestrita:

A favor da reforma trabalhista:
Waldir Maranhão (PP);
José Reinaldo Tavares (PSB);
Júnior Marreca (PEN);
Victor Mendes (PSD);
Juscelino Filho (DEM);
Cléber Verde (PRB);
Pedro Fernandes (PTB);
André Fufuca (PP);
Aluísio Mendes (PTN);
João Marcelo (PMDB);
Alberto Filho (PMDB);
Hildo Rocha (PMDB).

A favor da reforma da previdência:
André Fufuca (PP);
Aluísio Nunes (PMN);
Alberto Filho (PMDB);
Cleber Verde (PRB);
HILDO Rocha (PMDB);
João Marcelo (PMDB);
José Reinaldo (PSB);
Júnior Marreca (PEN);
Juscelino Filho (DEM);
Pedro Fernandes (PTB);
Victor Mendes (PSD);
Waldir Maranhão (PR).

A favor da terceirização ampla e irrestrita:
Aluísio Mendes (PTN);
Cleber Verde (PRB);
Hildo Rocha (PMDB);
João Marcelo de Souza (PMDB);
José Reinaldo (PSB);
Juscelino Filho (DEM);
Júnior Marreca (PEN);
Pedro Fernandes (PTB);
Victor Mendes (PSD);

Note que, nas quatro votações há uma uniformidade entre os membros da bancada maranhense como se fosse uma decisão única. Esses deputados que formalizaram apoio ao governo ilegítimo, traidor, golpista e corrupto de Temer nas reformas da previdência, trabalhista, lei da terceirização e, agora, pelo arquivamento da denúncia de corrupção passiva contra Temer sincroniza de forma inequívoca que esses deputados não são representantes do povo, mas seu inimigo comum. Diga não a esses deputados nas eleições de 2018.

O Maranhão precisa urgentemente renovar-se sob o aspecto da política maiúscula e séria. O povo maranhense tem que renegar esses cínicos e canalhas deixando-os de lado e apostando numa nova safra de políticos sem vínculos com os tradicionais vícios e cultura da corrupção que enlameia a dignidade de nosso povo e de nosso país.


Professor Jacinto Junior – um pensador contemporâneo

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