

Segundo fatos relatados em blogs e até mesmo a nota expedida pela a assessoria da própria candidata Vanderly, dá pra se entender que a candidata estava presente e poderia ter evitado a violência, como também o motorista do carro de som da prefeita Tina, não tinha nada que atrapalhar o ato político da adversária, se é que isso aconteceu como reza a nota.
O líder tem que ter autonomia sob seus liderados. Jamais um liderado pode desobedecer ao seu líder, principalmente, na presença. O que está indicando é que a candidata a prefeita Vanderly, e sua comitiva no mínimo, foram omissos, ao problema que por pouco não aconteceu mortes.
Os candidatos a prefeito em Anapurus precisam conversar com seus partidários no sentido de coibir a violência e a falta de respeito para com os outros. Se isso não acontecer por parte dos prefeitáveis o juiz eleitoral da Comarca de Brejo onde Anapurus faz parte, pode tomar as providencias conscientizando os partidários daquele município para que coisas piores não venham acontecer.
Enquanto isso, a candidata a prefeita Vanderly, que estava no local em atividade eleitoral precisa provar diante da justiça com provas contundentes que foram agredidos primeiros por partidários de Tina Monteles. Já o promotor de eventos e proprietário de carro de som Agnaldo Fernandes o “Califórnia” de 42 anos, que dirigia um carro de som no momento e o lavrador Raimundo Nonato de 46 anos, conhecido como “Araponga” são provas vivas da violência sem tamanho de pessoas ligadas ao grupo de Vanderly.
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