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sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Já era previsto: Deputado Zé Carlos do PT, prega aos aliados rompimento com o governador Flávio Dino

Deputado Zé Carlos, Governador Flávio Dino e aliados petistas
Em mensagem de áudio mandada a militantes do Partido dos Trabalhadores (PT), o deputado federal Zé Carlos (foto) prega o rompimento dos petistas maranhenses com o governo de Flávio Dino (PCdoB), que, segundo ele, não vem dando à legenda o devido reconhecimento que ela merece. De acordo com o parlamentar, por ter nas suas contas o PT como um “peixe pescado”, o governador ignora a força do partido e está negociando apenas com outras legendas.

Na gravação, Zé Carlos lembra que o governador em nenhum momento sequer se dispôs a debater a possibilidade de uma candidatura de Márcio Jardim (seu ex-secretário de Esporte e Lazer) ao Senado, mas já definiu o deputado Weverton Rocha (PDT) como primeiro nome e sinaliza que o segundo pode ser a deputada Eliziane Gama (PPS), o deputado e ex-governador José Reinaldo (sem partido) e o deputado Waldir Maranhão (Avante). Há ainda quem aposte que será uma pessoa ainda não colocada na mesa dos debates.

Para o parlamentar, é incompreensível como o governador não leva a sério a força que o PT tem para lhe proporcionar tempo de rádio e televisão, militância e a agregação do seu nome à candidatura do ex-presidente Lula, que lidera as intenções de voto.

O PT, mesmo oficialmente coligado com o PMDB em 2014, trabalhou pela eleição de Flávio Dino ignorando o seu adversário, Lobão Filho.

Zé Carlos acha inconcebível os petistas sejam convidados apenas para coadjuvantes do projeto de reeleição de Flávio Dino, enquanto este ignora que o partido pode oferecer nomes para a vice-governadoria e ao Senado, mas ao que tudo indica não haverá vaga para a legenda na chapa do governador.

Diante disso, Zé Carlos prega que os militantes devem iniciar urgentemente uma alternativa para eleição deste ano, com lançamento de candidatura própria ao Governo, mencionando Raimundo Monteiro como um bom nome. Para ele, esse debate (até porque “todas as tentativas de entendimento foram esgotadas”) não pode mais demorar e o PT deve buscar seus próprios caminhos e não ficar sendo apenas tendo boa convivência com o governo.

Por Aquiles Emir

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